Chega de acusação baseada em interpretação

Se há de fato algo que possa incriminar o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que sejam apresentadas provas. Chega de interpretações. Todo vazamento à imprensa relacionado à Vaccari é baseado em suposições.

O vazamento da vez diz respeito às mensagens no celular do empreiteiro da OAS, Léo Pinheiro, apreendidas pela polícia federal.

Trecho do que foi vazado deixa expresso, inclusive, que o PT foi o único partido a assumir o fim do financiamento privado nas campanhas eleitorais por entender que esse modelo contamina as relações políticas.

Quando o PT começou a defender o fim do financiamento privado, Léo Pinheiro protestou: “Ficou louco. Isso é hora de demonizar empresário?”

Com relação a Vaccari, não há muito o que explicar. Segundo trecho vazado pela imprensa, a suposição da Procuradoria Geral da União com relação ao seu nome não diz nada, apenas interpretações com base em uma suposta reunião marcada entre o empreiteiro e Vaccari.

Se há a necessidade de criminalizar as doações eleitorais, que as doações de todos os partidos sejam investigadas. Fora isso, é perseguição às doações oficiais de um partido político que conquistou o governo no voto.

Reproduzimos trecho da matéria da Folha que cita o ex-tesoureiro:

VACCARI E AMIGO JW

Em abril de 2013, segundo a Procuradoria, Pinheiro informou a um dirigente da empresa que havia recebido uma ligação de Carlos Augusto Borges, então diretor do Funcef (fundo de pensão da Caixa), dizendo-se preocupado com um aporte para a empresa.

Segundo Borges, indicado pelo PT, o dinheiro do Funcef não saía por oposição dentro do próprio banco.

Pinheiro disse que no mesmo dia recebeu uma ligação de Vaccari para marcar encontro pessoal.

Na interpretação da PGR (grifo nosso), o então tesoureiro do PT, “já mencionado em outros esquemas”, queria receber “parte da propina” pela operação.

Doação aos partidos é para obter vantagem, afirma Ricardo Pessoa

“Doações políticas são feitas para que se obtenha uma vantagem, seja ela devida ou indevida, seja para que partido for”, diz empreiteiro em acordo de delação

Dono da empreiteira UTC e delator da Lava Jato, Ricardo Pessoa explicou de forma objetiva o motivo pelo qual realiza doações aos diversos partidos políticos. A força-tarefa da Lava Jato, porém, finge, de maneira dissimulada, que não entendeu nada e continua na busca incessante em partidarizar a operação e criminalizar as doações feitas somente ao PT.

Nas palavras de Pessoa, “as doações políticas são feitas para que se obtenha uma vantagem, seja ela devida ou indevida, seja para que partido for” (grifo nosso).

Empresas financiando eleições têm, obviamente, os seus interesses a negociar. Isso não é novidade para ninguém. Mas porque apenas as doações OFICIAIS ao PT são alvo de investigação e criminalização?

A UTC realiza doações oficiais a partidos políticos desde 1992. Na campanha de 2014, a empreiteira doou, no total, R$ 54 milhões a diversos candidatos e partidos – entre eles o PSDB. O valor foi considerado atípico. A UTC costumava fazer doações políticas na ordem de R$ 20 milhões.

Quando indagado sobre o aumento no valor das doações, Pessoa respondeu: “esse incremento deveu-se a uma estratégia da UTC em ampliar a sua área de relacionamento, visando o aumento do volume de negócios da empresa (…) o relacionamento com autoridades eleitas propicia a abertura de portas para que você tenha legitimidade para propor e discutir oportunidades de negócios.”

Se querem criminalizar às doações feitas ao PT e à candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República, o que dizer das doações feitas pela UTC ao tucano Geraldo Alckmin, cujo partido está há mais de duas décadas governando o estado de São Paulo?

– PSDB de Alckmin recebeu 92% das doações de empresas investigadas pela Lava Jato

Por acaso o dinheiro dessa mesma empreiteira, depositado praticamente no mesmo período à campanha de Aécio Neves, candidato do PSDB à presidência, foi benzido pelo Vaticano e por isso é doação legal?

Todos os partidos políticos brasileiros, com raras exceções, recebem doações de pessoas jurídicas, em todos os níveis da federação, seja municipal, estadual ou federal. Essa era a regra do jogo eleitoral até então.

Os paladinos da moral, que hoje tentam responsabilizar o PT por regras estabelecidas há décadas, são os mesmos que votaram contra o fim do financiamento empresarial de campanha e receberam das mesmas empresas praticamente o mesmo valor doado ao PT nas últimas eleições.

Tentar criminalizar as doações oficiais somente de um partido político com a clara tentativa golpista de não aceitar o resultado das urnas é atentar contra a democracia.

O que não é possível mais aceitar é que as empresas privadas tenham a possibilidade de fazer uma lista com vários candidatos para escolher a quem oferecer recursos e ter mais chance de eleger. Definitivamente, é a interferência do poder econômico no processo eleitoral. É preciso mudar essa lógica e nunca negamos isso. Pelo contrário, o PT sempre propôs a ruptura com esse modelo de financiamento.

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Acesse a íntegra do documento “Em defesa do PT, da verdade e da democracia
Acesse o Dossiê ‘Verdade sobre Vaccari’

 

PSDB de Alckmin recebeu 92% das doações de empresas investigadas pela Lava Jato

É o que aponta o documento publicado pelo PT com informações que desconstroem os factoides e as distorções da mídia monopolizada

O Estado de São Paulo é o paraíso das doações empresariais. Em todo o Brasil, as contribuições são equilibradas entre PT e PSDB. Em São Paulo, governado há 22 anos pelos tucanos, o PSDB recebeu duas vezes mais dinheiro do que o PT nas eleições de 2010 e 2014.

Apesar dos números mostrarem a distorção, quando o beneficiado é o PSDB, o silêncio da mídia, do Judiciário e do Ministério Público é absoluto. Não há qualquer processo de criminalização dessas doações que revelam uma estranha preferência das empresas pelos tucanos em São Paulo. Em 2014, o PSDB recebeu 92% das doações das empresas citadas na Lava Jato. O PT, apenas 8%. Em 2010, a proporção foi de 65% para o PSDB e 35% para o PT.

Acesse aqui a íntegra do documento “Em defesa do PT, da verdade e da democracia”

tabela 1

tabela 2

As empresas doadoras das campanhas do PSDB no Estado de São Paulo – investigadas na Operação Lava Jato do Moro – figuram também na lista de fornecedores de grandes obras do governo tucano paulista.

E não somos nós que estamos fazendo uma denúncia vazia ou mentindo, como parte da grande mídia se acostumou a fazer – O Globo colocou o primeiro erramos na capa do jornal neste fim de semana. O próprio relatório da CPI da Petrobras apontou que 16 empresas citadas na Lava Jato tiveram contratos com o governo do Estado de São Paulo entre 1987 e 2014. Um dos exemplos citados no relatório é o Consórcio Via Amarela – formado, entre outros, pelas empreiteiras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão – acusado de superfaturar preços em contratos com o Metrô de São Paulo.

Empresas do cartel do Trensalão bancam campanha de Alckmin
As prestações de contas parciais da campanha de Geraldo Alckmin para o governo do Estado de São Paulo em 2014 apontaram que mais da metade (56%) da campanha do tucano havia sido bancada por empresas investigadas por fraudes e formação de cartel em licitações da CPTM e do Metrô de São Paulo.

Na reportagem veiculada pelo portal Uol, em 12/09/2014, a assessoria de imprensa de Alckmin informou, em nota, que a “campanha aceita apenas doações que estão de acordo com a Constituição. A lei nº 9504/97 (art.24) permite que qualquer pessoa física ou jurídica, que esteja de acordo com as normas, participe do processo eleitoral”.

O PT fez a mesma afirmação com relação às doações feitas por essas empreiteiras à sua campanha. A nota do PT é questionada e contestada. A do PSDB é aceita como verdade incontestável. As doações efetuadas ao PT são “propina”, afirmam jornais, o juiz Moro e toda a turma do Paraná. As doações ao PSDB, feitas pelas mesmas empresas, são legais, dizem as mesmas fontes, sem sequer ficarem coradas de vergonha.

Onde o PT comanda a administração, seja municipal, estadual ou federal, doações legais de empresas que prestam serviços para o governo são criminalizadas. Por que a imprensa e a Justiça Eleitoral não tratam da mesma forma as doações para governos tucanos que fazem contratos de prestação de serviço com seus doadores?

tabela 3

Palavra de delator muda da noite para o dia
Como os delatores da Operação Lava Jato não conseguem provar o que dizem, contam a versão que mais lhes convém. Se colar, ótimo. Afinal, o objetivo maior é contar qualquer história para se livrar da prisão.

A única coisa que esses delatores conseguiram fazer até agora foi mudar de versão. Foi o caso recente do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, que resolveu mudar a tese defendida pela turma do Paraná de que as doações oficiais de campanha eram recursos de propina da Petrobras.

Agora ele diz que esse dinheiro era legal e que somente era fruto de propina o repasse feito ao PT fora do período eleitoral. Paciência tem limite, meu caro empresário. Por que sua versão mudou? Será que é porque sua empresa doou R$ 2.900.000 milhões à campanha do tucano Alckmin em São Paulo e este precisa ser preservado a todo custo? Como o senhor explica não ter doado um centavo ao candidato do PT, Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde?

A tese do Ministério Público do Paraná é de que as doações ao PT são propina e as do PSDB não. Então, como explicar o fato de que os repasses aos tucanos ocorreram em datas próximas aos pagamentos que a Petrobras fez aos consórcios formados pelas empreiteiras? Se havia vantagem indevida “misturada”, as doações a todos os partidos deveriam ser investigadas.

Analise a tabela abaixo e tire você as conclusões:

tabela doações

Como bem disse o ex-presidente Lula, os empresários tinham dois cofrinhos: do dinheiro bom e do dinheiro ruim. Coincidentemente, os repasses direcionados ao PT eram só do cofre de dinheiro ruim.

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A tarja preta da imprensa no relatório da CPI da Petrobras

Conclusões importantes foram convenientemente escondidas nos noticiários. A inclusão do nome de Vaccari durante a madrugada apenas expressa, mais uma vez, o uso político que se tenta fazer da Operação Lava Jato para atingir o PT

Nos últimos dias, acompanhamos as manchetes dos noticiários – todas iguais, por sinal – reproduzindo a indignação das redações com o relatório final da CPI da Petrobras. Talvez pelo fato de os responsáveis não terem lido o documento até o final ou, mais provável, por usarem o relatório de acordo com a conveniência, como tem sido prática cotidiana dos principais veículos de comunicação.

As matérias diziam: “Relatório isenta políticos investigados”. E, cinicamente, omitiam a seguinte explicação: “não se poderia esperar desta comissão a apresentação de rol de indiciados de pessoas que, porventura, já tenham sido indiciadas ou mesmo condenadas (…) Não faria sentido, nem possui lógica do ponto de vista jurídico, pedir o indiciamento, por exemplo, de Alberto Youssef. Ele é o eterno doleiro protagonista dos escândalos financeiros, que já foi condenado algumas vezes pela Justiça federal e que ainda possui outros processos pendentes de sentença.”

Mais curioso – para não dizer oportunista – é a omissão de aspectos importantes do documento que apontam algumas contradições e questionamentos aos métodos utilizados na operação, como o número surpreendente de delações premiadas. “Delatores tornaram-se heróis, regenerados instantaneamente dos seus crimes após celebrarem acordo com as autoridades, e suas declarações, em geral divulgadas indevidamente e fora de contexto, têm como objetivo influenciar a opinião pública. Delação premiada, isoladamente, não constitui prova”, diz trecho do relatório.

A existência de possíveis irregularidades na produção de provas por meio de escutas clandestinas na Polícia Federal ou de interceptações telefônicas que tornaria necessária a remessa de autos para o Supremo Tribunal Federal também foi destacada no documento.

Nesse “rol” de possíveis irregularidades, o relatório ainda aponta a manutenção de investigados em prisão preventiva como meio de obtenção de acordos de delação premiada; a escolha dos alvos de investigações; o vazamento seletivo de informações; e a possível combinação no depoimento de delatores cuja advogada Beatriz Catta Preta foi a responsável pelos acordos. “Todos os acusados da Lava Jato que a ela recorreram estão livres”, aponta o relatório, que recomenda “aprofundar as investigações para esclarecer os acontecimentos que resultaram no abandono dos processos na Operação Lava Jato pela advogada.”

É importante destacar que o acordo de delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, foi firmado por ela e poderá ser rescindido, segundo divulgou o Valor Econômico, se confirmadas as suspeitas de que Costa omitiu nomes de políticos envolvidos e o dinheiro obtido com o esquema escondido no Brasil.

Perseguir Vaccari para atingir o PT

O nome de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, foi incluído na lista de indiciamentos aos 45 minutos do segundo tempo – durante a madrugada do dia 22. O sub-relator do documento André Moura (PSC-CE) é o autor da manobra, que apenas expressa, mais uma vez, o uso político oportunista que se tenta fazer da Operação Lava Jato para atingir o Partido dos Trabalhadores. Afinal, o próprio relatório aponta a necessidade de se ampliar as investigações a respeito das doações eleitorais aos demais partidos.

“Tendo em vista a mesma tese do Ministério Público Federal no Paraná, doações ao PSDB ocorreram em datas próximas aos pagamentos da Petrobras aos consórcios. Se havia então vantagem indevida “misturada” aos dispêndios da estatal com seus contratados, mereceria análise também as doações a outros partidos”, diz trecho do relatório, em que consta também a seguinte tabela elucidativa:

tabela doações

E ainda tem mais: “Levantamento aponta que 16 empresas citadas no caso Petrobras tiveram contratos com o governo do Estado de São Paulo entre 1987 e 2014 – para exemplificar, basta citar o Consórcio Via Amarela, acusado de superfaturar preços em contratos com o Metrô de São Paulo, do qual participavam, entre outros, os grupos Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. A Camargo Corrêa, aliás, é citada também em suposto caso de superfaturamento na obra da Cidade Administrativa de Minas Gerais, do governo daquele estado.”

O esforço para criminalizar única e exclusivamente as doações feitas ao Partido dos Trabalhadores é tão grande que os investigadores do Paraná e os “moralistas sem moral” não se constrangem em ignorar dados que desmontam suas teses hipócritas.

É impossível aceitar a narrativa de que as doações, arrecadadas oficialmente como prevê a lei, sejam transformadas em propina somente quando é ao PT. Eles podem continuar tentando, pois está no DNA dessa turma a desfaçatez. Nós continuaremos reafirmando: Vaccari é preso político e, na condição de tesoureiro, recebeu apenas doações oficiais ao partido.

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Não aguento mais a Lava Jato e Sérgio Moro. Por Paulo Nogueira

A Lava Jato, hoje, é pouco mais que um instrumento pseudojurídico para o antipetismo delirante

Texto oportuno para o momento e, por isso, reproduzido no Blog “A Verdade sobre Vaccari”.

Por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Vou fazer um desabafo.

Não aguento mais a Lava Jato. Não suporto mais ouvir falar em Sérgio Moro. Não tolero mais ver os policiais federais escoltando pessoas rumo a prisões.

É muito espalhafato, é muito circo. É muita mitificação de uma classe que é muito mais um problema do que uma solução para a sociedade nos termos em que seus integrantes atuam hoje: a Justiça, absurdamente partidarizada.

E é muito custo também: nunca vi na imprensa, porém, um único levantamento sobre quanto custa a Lava Jato.

É o triunfo da forma sobre o conteúdo. É para enfrentar de verdade a corrupção?

Há um caminho vital: proibir o financiamento privado das campanhas.

Aí está a origem, aí está o motor por trás da corrupção.

Sobre financiamento de campanha, corrupção e hipocrisia

Aí está, também, a brecha pela qual a plutocracia tomou de assalto a democracia. Ou alguém acha que as corporações dão dinheiro para políticos em troca de autógrafos?

Eduardo Cunha, segundo todas as evidências, se meteu numa enroscada por querer milhões de uma empresa para arrecadar dinheiro para a campanha dele – e de outros.

Foi assim que ele conseguiu comandar um séquito de deputados com menos capacidade de levantar dinheiro, e que se tornaram dependentes dele.

Esse mecanismo pervertido vai continuar? Dez Lava Jatos não conseguirão deter a corrupção. Porque a corrupção mora nesse sistema.

Sem eliminar o financiamento privado, você mexe com o sintoma, mas não com a causa.

A Lava Jato, neste sentido, é uma grande ilusão ou, numa visão mais ácida, um grande embuste.

Não consigo mais também ver vazamentos canalhas e mentirosos que servem a propósitos sórdidos da imprensa.

O maior deles foi um que a Veja publicou na véspera da eleição. A revista dizia que o delator Youssef afirmou que Dilma e Lula sabiam do esquema do Petrolão.

Ora, quando veio a público o real depoimento de Youssef, o vazamento que chegou à Veja numa hora tão delicada foi espetacularmente desmentido.

Youssef em nenhum momento disse que Lula e Dilma sabiam. O máximo a que chegou foi um “me parece que”, algo completamente diferente de dizer o que a Veja disse que ele disse por meio de algum policial vazador da Lava Jato.

Esse vazamento quase muda a história da eleição, pela maneira como a Veja o explorou sobretudo em São Paulo. Capas e cartazes com a imagem criminalizada de Dilma e Lula funcionaram como propaganda eleitoral de Aécio.

A Lava Jato, hoje, é pouco mais que um instrumento pseudojurídico para o antipetismo delirante.

Veja a espécie de fã que Moro arrebanhou: eles mordem em pobres, negros, homossexuais e demais minorias. Só não são fascistas porque não têm formação política nenhuma. São analfabetos políticos, mas uma espécie perigosa e predadora dessa turma, e não pacífica.

É para combater a corrupção?

Foco no que é vital: uma reforma política que acabe com financiamento eleitoral de empresas.

Sempre com o dinheiro entra em proporções copiosas em alguma coisa, deturpa-a.

Na política, não é diferente.

A Lava Jato, com todo o estardalhaço, vai significar, no fim, mais do mesmo, e a um custo brutal.

Não é com ela que a corrupção será erradicada.

Circo por circo, é muito melhor o de Soleil.

Saiba mais: Sérgio Moro, que prometeu passar Brasil a Limpo, tem salário de R$ 77 mil,quase o dobro do teto permitido
Querem transformar doações legais em ilegais
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Por que Aécio omitiu doação da Odebrecht ao TSE?

Relatório técnico da Justiça Eleitoral aponta também que o candidato tucano recebeu R$ 1,75 milhão da construtora Construbase, mas declarou somente R$ 500 mil

Enquanto setores poderosos da imprensa e do judiciário tentam a todo custo alardear supostos erros nas contas eleitorais de Dilma Rousseff e transformar em propina doações legais e oficiais ao PT, esquecem (ou não, é má-fé mesmo) de perguntar porque o candidato Aécio Neves (PSDB) não declarou doações de empresa citada na Lava Jato.

Quando o alvo é o PT, vale tudo: de investigação seletiva à prisão ilegal. Tentam, com manobras jurídicas e o espetáculo midiático, transformar procedimentos legais em ilegais para criminalizar única e exclusivamente as doações feitas ao Partido dos Trabalhadores.

– Por que o tesoureiro do PSDB e dos demais partidos não estão na cadeia?

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora das contas da campanha de Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República no TSE, pediu explicações a respeito de 15 supostas irregularidades nos documentos entregues pela campanha do tucano.

Entre as mais graves, está o fato de Aécio ter repassado ao PSDB uma doação de R$ 2 milhões da empreiteira Odebrecht, mas não ter registrado a transação na prestação de contas.

Confira a íntegra da matéria publicada no Brasil 247:

TSE: POR QUE AÉCIO OMITIU DOAÇÃO DA ODEBRECHT?

247 – A relatora da prestação de contas da campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Maria Thereza de Assis Moura, solicitou do tucano explicações sobre 15 supostas irregularidades detectadas nos documentos entregues à corte.

Entre elas está o fato de Aecio ter repassado para o PSDB uma doação de R$ 2 milhões da Odebrecht, mas não ter registrado a transferência na prestação de contas.

“O comitê financeiro nacional para presidente da República do PSDB registrou em sua prestação de contas o recebimento de doação de R$ 2 milhões, efetuada pelo candidato, no entanto, não há o registro da transferência na prestação de contas”, afirma o relatório técnico da Justiça Eleitoral. A Odebrecht é uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato e seu presidente, Marcelo Odebrecht, está preso desde 17 julho.

Segundo dados divulgados pelo Estado de S. Paulo, além da Odebrecht, o TSE aponta também uma diferença entre o valor declarado pela campanha e o montante efetivamente doado pela construtora Construbase. O candidato tucano recebeu R$ 1,75 milhão, mas declarou R$ 500 mil.

A ministra Maria Thereza de Assis Moura quer saber também por que a campanha tucana declarou R$ 3,9 milhões em doações estimáveis apenas na prestação de contas retificadora.

Das 15 irregularidades detectadas pelo tribunal, pelo menos três foram consideradas infrações graves. Elas dizem respeito a doações recebidas antes das prestações de contas parciais e que só foram registradas nas prestações finais, somando mais de R$ 6 milhões.

O PSDB informou por meio de nota que já esclareceu ao TSE todas as dúvidas e ratificou os erros apontados pelo tribunal. Segundo o partido, todos as doações foram registradas com os devidos recibos eleitorais, inclusive as da Odebrecht e Construbase, e as falhas detectadas são erros meramente contábeis.

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Alegações finais da defesa comprovam que Vaccari é inocente

“É sempre bom advertir que a lei proíbe que uma sentença condene alguém exclusivamente com base em delação premiada”, ressalta advogado Luiz D’Urso

Interpretações descontextualizadas, delações contraditórias e com claro objetivo de criminalizar o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, mesmo sem nenhuma prova sequer. Esse é o resumo das alegações finais do Ministério Público Federal amplamente contestadas pela defesa de Vaccari.

Segundo o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, “até mesmo as delações, único elemento levantado pelo MPF e que não podem ser consideradas provas, conforme definição legal, são favoráveis ao Vaccari.”

Em nenhum momento, durante todo o interrogatório dos delatores Augusto Mendonça, Júlio Camargo, Pedro Barusco ou Alberto Youssef – o doleiro que mentiu para a Justiça no caso Banestado -, Vaccari foi citado como parte na negociação do pagamento de propina.

O espetáculo midiático em torno do nome de Vaccari diz o contrário. Mas os fatos não.

Já falamos mais de uma vez aqui neste Blog sobre as contradições a respeito das delações premiadas de réus confessos envolvendo o nome de Vaccari, conforme é possível conferir aqui, aqui e aqui – sobretudo no que diz respeito à delação de Pedro Barusco.

Quando citam o nome de Vaccari apenas reforçam o argumento alegado pela defesa desde o início: João Vaccari Neto, na condição de tesoureiro, solicitou doações oficiais e legais ao partido, via transferência bancária, tudo declarado e aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Mas vejam mais essa, relacionada à delação do executivo do Grupo Setal Óleo e Gás (SOG), Augusto Mendonça, e que consta nas alegações finais da defesa de Vaccari:

Interrogado: “conforme já fiz, já declarei em outros depoimentos, eu fazia um pagamento ao doutor Pedro Barusco, ao doutor Renato Duque e, se havia um entendimento deles com o doutor João Vaccari, era um entendimento deles, o entendimento que eu tive com o doutor João Vaccari foram contribuições legais que ele solicitou e eu fiz, através das minhas empresas, dentro dos limites legais estabelecidos.

Juiz Federal: – E essas contribuições não estavam relacionadas a esses valores de propina da Petrobras?

Interrogado: – No meu caso, não.”

E as evidências não param por aí…

Juiz Federal:– “O senhor, na conversa que o senhor teve com o senhor João Vaccari, o senhor mencionou que esses valores eram decorrentes de contratos da Petrobras?

Interrogado:- Não, senhor.

Juiz Federal:– Senhor mencionou que o senhor estava procurando a pedido do senhor Renato Duque?

Interrogado:- Não, senhor.

Juiz Federal:– O senhor não explicou a origem desses valores que isso era decorrente de acertos de propina com o senhor Renato Duque?

Interrogado:- Não, senhor.”

Ao contrário do MPF, provas foram produzidas pela defesa de Vaccari comprovando sua inocência e confirmando a lisura dos procedimentos adotados pelo ex-tesoureiro do PT.

– Acesse o Dossiê que comprova detalhadamente a inocência de Vaccari

Durante toda a investigação, nada de irregular foi encontrado contra Vaccari. Pelo contrário, pois, como já afirmado, ele não foi apreendido com dinheiro, não tem conta no exterior, não enriqueceu e não possui consultoria. Vaccari é classe média e possui apenas uma conta corrente que, assim como as contas de sua esposa e filha, foi investigada na quebra de sigilo bancário e nada de irregular foi encontrado.

Vaccari é inocente e um homem honrado.

Vaccari é preso político!

Liberdade ao Vaccari já!

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Justiça de exceção é vingança

O Partido dos Trabalhadores tirou a máscara de muita gente e isso incomoda aqueles que querem a todo custo retornar ao poder, mesmo que, para isso, coloquem a democracia em risco

Os regimes de exceção, hoje, são produzidos por medidas judiciais disfarçadas de cumprimento da lei e da defesa da “ordem social e econômica”. É notório que o juiz Sérgio Moro e os procuradores do Paraná ultrapassaram o limite do bom senso e do estado democrático de direito na tentativa de fazer política com a Operação Lava Jato.

A parcialidade de todas as decisões, focada única e exclusivamente no PT, é uma prova inquestionável do teor político da operação. Um exemplo disso é o fato de que vários partidos receberam doações de empresas que estão sendo investigadas, mas só as doações ao PT são criminalizadas. O único tesoureiro preso é João Vaccari Neto, do PT, é claro. Se há crime nas doações oficiais, por que não estão investigando todos os partidos?

O Estado de S. Paulo do sábado, 20, diz que as duas empreiteiras cujos presidentes foram presos na última sexta-feira doaram R$ 150 milhões a candidatos de cerca de 20 partidos políticos. A Andrade Gutierrez foi a segunda maior financiadora com R$ 94 milhões doados no total. A Odebrecht doou R$ 48 milhões. Mas, os colunistas e quase todas as reportagens dos jornais, numa espécie de comemoração antecipada, dão a entender em seus textos que agora Moro pega Lula. Eles simplesmente ignoram que mais de 20 partidos receberam doações.

Enquanto a campanha de Dilma Rousseff (PT) recebeu R$ 21 milhões da Andrade Gutierrez, o seu principal opositor, Aécio Neves (PSDB), recebeu R$ 20,3 milhões. Ou seja, praticamente o mesmo valor. Outros eleitos em 2014 também estão entre os beneficiados pela construtora: os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB – R$ 1,5 milhão); de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT – R$ 4,3 milhões), de Alagoas, Renan Filho (PMDB – R$ 1,4 milhão); e do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB – R$ 500 mil).

Já a Odebrecht doou R$ 4 milhões para campanha à reeleição de Dilma Rousseff e R$ 3,9 milhões para Aécio Neves. Com relação aos outros partidos, o PMDB foi o que mais recebeu da empreiteira – R$ 13,8 milhões. PT e PSDB receberam R$ 10,5 milhões e R$ 7,7 milhões respectivamente.

Achar, portanto, que todo esse ataque orquestrado é porque o PT recebia doações oficiais de empresas é má-fé ou excesso de inocência. A extinção do PT e “dessa raça”, como queria Jorge Bornhausen, é um projeto que volta e meia frequenta os planos de parte da mídia golpista, aliada à elite brasileira e à oposição reacionária e direitista.

Eles já tentaram várias vezes esse golpe jurídico-midiático para interferir no jogo democrático, derrubar o governo do PT (afinal nunca aceitaram a chegada de um operário à Presidência da República) e colocar os amigos deles de volta no Palácio do Planalto. Agora, querem voltar ao poder e ainda dar uma lição de moral àqueles “do andar debaixo” que ousaram subir alguns degraus. É aquela velha lição: não conhece o seu lugar?

E ainda parecem se divertir ao ver que punir empresas nacionais pode significar reflexos na economia. Parece absurdo, mas não é. Parte da elite brasileira é, além de tudo, antinacionalista e irresponsável. Preferem entregar toda nossa riqueza às empresas estrangeiras (se possível aos Estados Unidos) e ver o colapso da economia nacional se isso significar o retorno dos parceiros históricos ao poder.

Seria ótimo se o PT simplesmente sofresse as consequências de seus atos e decisões. Seria bom se o PT tivesse apenas que contornar os erros que invariavelmente se comete por ser governo e o maior partido de esquerda do País. Mas a verdade é que o PT, quando enfrentou algumas questões sociais e econômicas que garantiram mais direitos a quem nunca soube o que era isso, retirou a camada fina da máscara que cobria os privilégios dos donos do poder econômico e político.

Descobriu-se que, na verdade, a elite e parte da sociedade que se identifica com ela não aceitam que os mais necessitados passem a receber um pouco de dinheiro para se alimentar. Eles não aceitam que a parcela da população historicamente reprimida ande de cabeça erguida e entre até no mesmo avião que eles.

Ao caírem as máscaras, revelou-se a intolerância religiosa. Mostrou-se que o brasileiro é racista e homofóbico. Escancarou-se uma sociedade extremamente seletiva em suas indignações. Resultado em parte, claro, do reflexo da imprensa nada democrática. Pelo contrário, tem-se mostrado muito mais golpista.

O PT fez com que essas pessoas se pronunciassem e se posicionassem. E isso é terrível, pois ninguém gosta de ter que mostrar seu pior lado. O ódio é um sentimento ruim de ser exposto.

A democracia corre risco quando a elite assume comportamentos antidemocráticos, estimulando o ódio e atos de barbárie. Não podemos permitir que a Justiça de exceção, gestos raivosos e tentativas golpistas assumam o protagonismo do cenário político.

A Lava Jato, da forma como estão sendo conduzidas as investigações e as prisões, é uma ameaça a democracia do Brasil, como o jurista Raúl Zaffaroni, o maior criminalista da América Latina, alertou.

Por que doações ao PT são propinas e aos demais partidos ‘contribuição eleitoral’?

Todos os grandes partidos receberam doações de empresas citadas na Lava Jato, inclusive o PSDB. Porém, quando o alvo é o PT, vale tudo: de investigação seletiva à prisão ilegal

O esforço para criminalizar única e exclusivamente as doações feitas ao Partido dos Trabalhadores é tão grande que os investigadores e a Justiça não se constrangem em ignorar dados que desmontam suas teses, como os percentuais de doações feitos por empresas investigadas na Operação Lava Jato e as demais.

A relação entre as doações efetuadas pelas empreiteiras investigadas e as realizadas pelas outras empresas aos principais partidos são, em montante, proporcionais, como demonstra a figura abaixo.

Fonte: Informações compiladas a partir de dados do site do TSE

Fonte: Informações compiladas a partir de dados do site do TSE

Até mesmo o jornal O Estado de S. Paulo chegou a esta conclusão óbvia, como é possível constatar na edição de 29 de março de 2015.

Estadao

Então, respondam: Se há crime nessas doações, por que não estão investigando todos os partidos? Por que o único tesoureiro preso é o do PT?

Em meio a uma avalanche de notícias que mais desinformam do que informam, é necessário esclarecer mais uma vez o que reafirmamos desde o início: os principais partidos do País – e não só o PT – receberam doações das empresas investigadas na Operação Lava Jato e de outras empresas. É importante lembrar que os partidos que fazem oposição ferrenha ao governo federal também receberam, conforme já abordamos neste blog.

O que intriga as pessoas de bem, que realmente querem Justiça no Brasil, é o fato de o juiz Sérgio Moro, os procuradores e os policiais federais que fazem parte da Operação Lava Jato ignorarem completamente dados públicos como esses que estamos abordando neste texto.

A resposta parece simples: é a política!

Se não fosse uma questão política, como explicar a ânsia deles de, a todo e qualquer custo, tentar carimbar a tese de que João Vaccari Neto seria o operador responsável por receber dinheiro desviado de contratos da Petrobras? E veja bem: ele teria feito isso por meio de doações oficiais e legais ao partido. Basta uma hipótese jamais comprovada para manter a prisão ilegal do ex-tesoureiro do PT, contestada pela sua defesa.

O absurdo é tamanho que situações cômicas, se não fossem trágicas, acabam transformando a política brasileira em um teatro dos absurdos. Uma delas é o mais recente capítulo sobre o desenrolar da ação do PSDB e da Coligação Muda Brasil – do candidato derrotado nas eleições de 2014, Aécio Neves. Na ação, eles solicitam ao Tribunal Superior Eleitoral a cassação do mandato da presidenta Dilma Rousseff por abuso de poder político e econômico na campanha de reeleição em 2014. Eles receberam doações das mesmas fontes. Se tivessem ganhado pediriam uma autocassação?

O doleiro Alberto Youssef foi ouvido na manhã desta terça-feira, 9, na Justiça Federal, em Curitiba, justamente por causa da ação aberta pelo PSDB no final de 2014. E sabe o que de mais novo tem em seu depoimento? A afirmação de que não participou ativamente de esquemas durante a disputa de 2014 por estar detido. Isso mesmo. Ele estava preso em função da Operação Lava Jato.

Pois vejam só o tamanho do descaramento dessa oposição: em 2010, enquanto o PT arrecadou cerca de 23% do valor total doado pelas empresas citadas na Lava Jato, o PSDB recebeu 20%. Já em 2014, esses valores corresponderam a 25% e 24%. Ora, sejamos francos e paremos com as hipocrisias que sustentam as picuinhas políticas. Os dois principais partidos que polarizaram a disputa eleitoral nos dois últimos pleitos receberam praticamente o mesmo valor dessas empresas.

As informações apresentadas por Vaccari durante seu depoimento à CPI da Petrobras, no dia 9 de abril de 2015, confirmam a proporcionalidade das doações aos grandes partidos e a legalidade das doações obtidas pelo PT.

Fonte: Informações compiladas a partir de dados do site do TSE

Fonte: Informações compiladas a partir de dados do site do TSE

Portanto, chega de hipocrisia para sustentar manchetes em jornais com o claro objetivo de cassar o registro do PT e destruir o legado do partido frente a Presidência da República.