Ligar família Vaccari a recebimento de propina é má-fé

Uso do empreendimento Solaris, no Guarujá, para requentar a Lava Jato e tentar envolver e difamar, mais uma vez, Vaccari e seus familiares, é um manual de mau jornalismo

Ao primeiro sinal de aparente normalidade no ambiente político, a turma da Lava Jato chama a grande mídia para acompanhar a milionésima fase da operação. O mais novo e inconsequente estardalhaço jurídico-midiático volta ao tal tríplex de Lula – que não é de Lula – no Guarujá.

É como se a imprensa resolvesse dar manchetes usando termos que, no passado, seriam impensáveis nas capas dos jornais, como “continua a saga”. Se não é novo, não há justificativa para estar nas manchetes. Mas, quando se trata de tentar envolver Lula a qualquer custo, a ordem é subvertida.

Esta semana, na ânsia de atingir o ex-presidente, a força tarefa da Lava Jato, com reforço da mídia histérica que tem o mesmo sonho – destruir o PT – utilizou, novamente, o nome de João Vaccari Neto e seus familiares de forma irresponsável, sem apontar sequer uma acusação.

Os fatos não respaldam as histórias fantasiosas da turma da Lava Jato, mas isso não vem ao caso quando se trata de má-fé e manipulação. O jogo é arquitetado e operado estrategicamente por àqueles que, travestidos de justiceiros, utilizam o noticiário com ilações infundadas apenas para atingir lideranças importantes, tumultuar o ambiente político e, quem sabe, ajudar os parceiros do PSDB a cassar o registro do PT, como sonha Carlos Sampaio, o tucano destemperado. Ele deve achar que só assim seu partido conseguirá ganhar uma eleição presidencial.

Passou do limite. Não é a primeira vez que tentam atingir de maneira injusta e inescrupulosa os familiares de Vaccari. Quem se recorda do episódio lamentável em que a cunhada de Vaccari, Marice Correa de Lima, foi presa por engano por ter sido confundida com sua irmã nas imagens da câmera de um banco? Uma investigação simples evitaria a injustiça e constrangimento. Mas foi um trabalho típico de quem tem a capacidade de classificar uma senhora como perigo para a “ordem pública e econômica”, mas não é capaz de distingui-la da irmã.

Laudo da Polícia Federal confirma: Marice foi presa por engano

Além da cunhada, sua esposa, Giselda Rousie de Lima, e filha, Nayara de Lima, foram perseguidas e tiveram a vida devastada pela Lava Jato sem que nada, absolutamente nada, de ilegal fosse encontrado. Todos os bens são compatíveis com o rendimento da família, conforme comprovado pela defesa de Vaccari.

Conheça a verdade: MPF confirma erro sobre depósito na conta da filha de Vaccari
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É importante esclarecer, novamente, que Vaccari, enquanto presidente da Bancoop, resgatou a administração da cooperativa e não o contrário. Ele assumiu a tarefa de colocar em ordem toda a documentação e todas as pendências operacionais e institucionais da Bancoop. E foi exatamente isso que fez. Apurou as imprecisões nos custos de alguns empreendimentos e, com isso, deu transparência e eficiência à gestão e viabilizou a entrega das unidades residenciais aos cooperados.

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NOTA OFICIAL – BANCOOP

Bancoop, OAS e família Vaccari
Vamos aos esclarecimentos a respeito do desdobramento da Lava Jato e as recentes manchetes relacionando o empreendimento Solaris, no Guarujá, a pagamento de propina para Vaccari por meio de familiares.

O que diz o Ministério Público sobre Giselda, esposa de Vaccari
O MPF afirma que, apesar de Giselda Rousie de Lima declarar ser proprietária do apartamento 43 do Edifício Navia, do condomínio Mar Cantábrico, o nome dela não figura na matrícula do imóvel. Consta como proprietária, desde 30 de outubro de 2013, Sueli Falsoni Cacalcante, funcionária da OAS, construtora investigada na Operação Lava Jato.

Quais são os fatos
Vaccari e sua esposa aderiram a uma cota da Bancoop que permite a aquisição de um apartamento da cooperativa. No caso, firmaram o termo de adesão referente a uma unidade do empreendimento Mar Cantábrico, que hoje corresponde ao edifício Solaris. A aquisição dessa cota foi declarada no imposto de renda de Giselda, como deve ser feito.

Desde 2009, tendo como princípio o acordo judicial firmado com o MP e por deliberação dos cooperados, alguns empreendimentos foram transferidos para diferentes empresas construtoras ou condomínio de construção. Foi o que ocorreu com o empreendimento Mar Cantábrico, que, inclusive, teve sua denominação alterada para Solaris. Com a alteração do projeto pela construtora OAS, diversas unidades foram modificadas. Para ter de fato o apartamento, seria necessário pagar a diferença entre o valor da cota adquirida até então e o valor do imóvel com as modificações.

A família de Vaccari optou por não continuar com o empreendimento, porém ainda não recebeu o crédito pendente de volta, o que necessariamente obriga Giselda a declarar ao Fisco a cota que adquiriu. Ou seja, não existe imóvel da esposa de Vaccari em nome de funcionária da OAS. Como a família optou por não ficar com o apartamento, a construtora tem o direito de revender a qualquer outro interessado.

O que diz o Ministério Público sobre Marice, cunhada de Vaccari
Marice Correa de Lima, cunhada de Vaccari, adquiriu a unidade 44 do empreendimento Edifício Mar Cantábrico, no Guarujá, pelo valor de R$ 200 mil. No ano seguinte, desistiu do negócio e revendeu o apartamento para a construtora OAS, incorporadora da obra, por R$ 432 mil. O lucro de mais de 100% em pouco mais de um ano, somado ao fato de que o mesmo apartamento foi vendido pela OAS em 2014 por R$ 337 mil, provariam, segundo os procuradores, que a operação foi uma fachada para repassar à Marice e ao seu cunhado João Vaccari Neto recursos provenientes de propina desviada da Petrobras.

Quais são os fatos
Conforme esclarecimento feito há cerca de sete meses por este Blog, no documento Dossiê ‘Verdade sobre Vaccari’, Marice possuía os direitos sobre a unidade 44 do empreendimento Mar Cantábrico, edifício Návia que, com a alteração do projeto pela OAS, passou a ser a unidade 34 do edifício Salinas, empreendimento Solaris. Este fato não foi observado pelo Ministério Público. Houve o distrato do contrato com a incorporadora.

Esta mesma unidade foi comercializada posteriormente pela OAS por R$ 498 mil e não por R$ 337 mil, como afirma o MP. O valor de comercialização é superior ao pago a Marice, conforme comprovam os documentos abaixo.

DOCUMENTOS ANEXOS:
Documento demonstrando alteração do projeto e mudança de andar.
Matrícula imobiliária do ap.34 ed. Salinas, condomínio Solaris.

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NOTA OFICIAL – BANCOOP

A Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), tendo em conta os recentes procedimentos relacionados a empreendimento imobiliário que esteve sob sua responsabilidade, vem prestar o seguinte esclarecimento:

Em decorrência de acordo judicial celebrado com o Ministério Público de São Paulo em 20 de maio de 2008 e homologado pelo Poder Judiciário (processo nº 583.00.2007.245877-1, 37ª. Vara Cível do Foro Central de São Paulo), a Bancoop procedeu a consulta aos cooperados de seus empreendimentos para deliberação sobre a continuidade das medidas das obras em construção. A consulta fez com que, por deliberação dos cooperados, alguns empreendimentos fossem transferidos para diferentes empresas construtoras ou condomínio de construções.

Esse foi o encaminhamento dado ao empreendimento Mar Cantábrico, localizado na cidade do Guarujá, no litoral paulista. Por deliberação coletiva dos respectivos cooperados, adotada em assembleia realizada em 27 de outubro de 2009 e confirmada pela adesão individual de cada cooperado, o empreendimento foi transferido à construtora OAS Empreendimentos. Esse acordo específico de transferência foi homologado pelo Poder Judiciário em 11 de novembro de 2009 (processo nº 1190/2009, do Setor de Conciliação do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo).

Assim, desde 2009, a Bancoop não tem qualquer relação com o empreendimento Mar Cantábrico, que, inclusive, teve sua denominação alterada para Solaris.

Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo

***

ESCLARECIMENTO SOBRE SUPOSTO RECEBIMENTO DE VANTAGENS DA OAS À FAMÍLIA VACCARI

Conforme esclarecimento feito há cerca de sete meses por este Blog, no documento Dossiê ‘Verdade sobre Vaccari’, não há recebimento de vantagens indevidas por parte da família Vaccari. Mais uma vez, utilizam da má-fé e da manipulação para requentarem os noticiários com ilações a respeito de João Vaccari Neto e seus familiares.

Publicamos novamente as explicações com relação ao empreendimento do Guarujá:

O QUE DIZ O MINISTÉRIO PÚBLICO
Marice Correa de Lima, cunhada de João Vaccari Neto, adquiriu a unidade 44 do empreendimento Edifício Navio Mar Cantábrico, no Guarujá/SP, pelo valor de R$ 200 mil. No ano seguinte, desistiu do negócio e revendeu o apartamento para a construtora OAS, incorporadora da obra, por R$ 432 mil. O lucro de mais de 100% em pouco mais de um ano, somado ao fato de que o mesmo apartamento foi vendido pela OAS em 2014 por R$ 337 mil, provariam, segundo os procuradores, que a operação foi uma fachada para repassar à Marice e ao seu cunhado João Vaccari Neto recursos provenientes de propina desviada da Petrobras.

QUAIS SÃO OS FATOS
Marice possuía os direitos sobre a unidade 44 do empreendimento Mar Cantábrico, edifício Návia que, com a alteração do projeto pela OAS, passou a ser a unidade 34 do edifício Salinas, empreendimento Solaris. Este fato não foi observado pelo Ministério Público. Houve o distrato do contrato com a incorporadora.

Esta mesma unidade foi comercializada posteriormente pela OAS por R$ 498 mil e não por R$ 337 mil, como afirma o MP. O valor de comercialização é superior ao pago a Marice, conforme comprovam os documentos abaixo.

DOCUMENTOS ANEXOS:
Anexo 16 – Documento demonstrando alteração do projeto e mudança de andar.
Anexo 17 – Matrícula imobiliária do ap.34 ed. Salinas, condomínio Solaris.

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Lava Jato assume que é ditadura

Miguel do Rosário, no O Cafezinho, sintetizou tão bem os desmandos da turma da Lava Jato, que reproduzimos aqui no Blog seu breve comentário sobre mais uma atitude autoritária de Sergio Moro, o juiz que adora posar para as câmeras como celebridade.

Atitude típica de um magistrado que prendeu a cunhada de Vaccari por engano e não mede esforços para perseguir uma legenda que representa um projeto político muito maior do que seu prestígio como juiz de primeira instância do interior.

abaixo a ditadura

***

A Lava Jato acaba de assumir que é uma ditadura.

Rompendo qualquer limite com os escrúpulos democráticos, acaba de declarar guerra aberta a um partido político, à legenda que governa o país há mais de 12 anos.

O sigilo de pessoas ligadas à comunicação no campo progressista também começou a ser quebrado, numa prova de que Sergio Moro se tornou, efetivamente, o líder de um movimento golpista contra uma legenda.

Agora, com a quebra do sigilo telefônico da sede do PT em São Paulo, o que farão os procuradores? Vazamentos seletivos ao Globo, à Veja?

Morto o impeachment, resta ao golpismo apelar para o que existe de mais sujo: o arbítrio judicial.

A pior ditadura possível, pior do que a militar, é a ditadura do judiciário, porque esta não conhece limites e se traveste de legalidade.

O princípio de isonomia que se pede de uma democracia, e mais ainda de um judiciário, exige que se quebre também o sigilo telefônico da sede nacional do PSDB.

O que estamos assistindo é um golpe imundo, contra o interesse nacional, contra a democracia. Procuradores viajam ao exterior para colher informações contra empresas nacionais. Consultam empresas estrangeiras sem passar pelo crivo do Ministério da Justiça.

E agora quebram sigilos de um partido político de esquerda? De sindicatos, de jornalistas ligados aos movimentos sociais?

Nem a ditadura militar chegou a tanto!

A Lava Jato quer destruir qualquer ambiente de contestação ao golpe?

Como assim?

Um partido detêm informações politicamente sensíveis, referentes à vida política daquele grupo!

O sigilo de um partido político não pode ser quebrado!

Por que não quebrar do PMDB, do PP, do PSDB, do PPS, de todos os partidos?

Como assim, quebrar o sigilo de apenas um partido?

Como assim quebrar os sigilos de jornalistas, apenas porque eles são ligados ao campo progressista?

Para mim, a Lava Jato acabou de se auto-enterrar no esgoto da história.

Mais um capítulo no rol do horror do autoritarismo brasileiro.

***

No UOL.

Lava Jato quebra sigilo telefônico de sede nacional do PT

12/11/2015 – 19h50

A Justiça Federal autorizou a quebra do sigilo telefônico da sede do diretório nacional do PT, em São Paulo, e de mais seis números que supostamente foram usados pelo ex-tesoureiro da sigla João Vaccari Neto, segundo o Ministério Público Federal.

Os dados, já fornecidos pelas operadoras de telefonia e encaminhados à Justiça, também incluem interceptações telefônicas da linha do Sindicato dos Bancários e de uma ex-funcionária da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) que hoje é vinculada ao PT, além da linha pessoal de Vaccari, de sua esposa e da residência dele.

“É de todo plausível considerar-se que João Vaccari tenha se utilizado de linha fixa de sua residência e de outros números do diretório do Partido dos Trabalhadores a fim de realizar contatos profissionais, sendo possível, ademais, que tenha solicitado que terceiros realizasses as ligações em questão”, disse o Ministério Público em manifestação sobre a medida.

Dois números ligados ao coordenador-geral da Editora Gráfica Atitude, Paulo Roberto Salvador, também tiveram o sigilo quebrado. Os dados telefônicos cedidos vão de julho de 2010 a julho de 2015, período que engloba duas campanhas presidenciais.

As medidas solicitadas pelo Ministério Público Federal integram a ação que investiga se a Gráfica Atitude foi usada pelo ex-tesoureiro do PT para lavar dinheiro de propina recebida por contratos com a Petrobras. As revelações sobre o esquema foram feitas pelo ex-executivo da Toyo Setal Augusto de Mendonça, que fez acordo de delação premiada.

O advogado de Vaccari, Luis Flávio Borges D’urso, classificou as quebras de sigilo envolvendo outras pessoas e entidades que não são seu cliente como “devassa” e entrou com uma petição nesta quinta (11) para tentar excluir os dados telefônicos do PT e do Sindicato dos Bancários da ação.

“Solicitamos que o juiz afaste telefones de pessoas e de instituições, como o próprio PT, que são estranhas ao processo. Não há necessidade. Pedimos para que ele reverta essa situação”, disse D’urso. Ele também afirmou que seu cliente está “tranquilo” porque “não há nada de irregular nas suas ligações”.

Vaccari está preso em Curitiba (PR) há sete meses. Ele foi detido na 12a fase da Operação Lava Jato. Além de ter sido tesoureiro do PT, foi presidente do Sindicato dos Bancários e da Bancoop.

Procurado pelo reportagem, o PT afirmou que não comentará quebra de sigilo de sua linha.

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Esposa e filha de Vaccari falam pela primeira vez

Elas contam como é ter o marido e pai preso e exposto à execração pública só porque é do PT

“Apesar da pressão para que todos se tornem delatores, tenho certeza de que meu pai jamais fará isso. A ideologia é tudo para ele. E ele jamais falaria de pessoas inocentes só para sair da prisão”, diz Nayara, filha de Vaccari.

“Não sei se consigo falar. É difícil. Quem está nos dando força na verdade é o próprio João. Ele é muito forte e é o que nos dá alicerce”.

Foi assim que Giselda de Lima, a Gigi, há mais de 30 anos casada com João Vaccari Neto, deu a primeira entrevista sobre o drama que a família vem enfrentando nos últimos meses. Ao seu lado, com os olhos marejados, estava Nayara de Lima, a filha do casal.

“Quem está nos dando força na verdade é o próprio João” é uma frase surpreendente para quem não conhece Vaccari, mas não para aqueles que conviveram com ele, como seus amigos e companheiros. Ela resume a personalidade de um homem com sólidos laços familiares, ético, determinado, comprometido com seus ideais políticos e, por isso mesmo, perseguido, humilhado e execrado.

Um silêncio ensurdecer tomou conta da sala. Não era um silêncio comum apenas a uma casa onde um bebê dorme tranquilamente. Era o silêncio que vinha lá do fundo dos corações dessas mulheres que mostram que têm a força típica dos Vaccari para enfrentar as torturas psicológicas. E, naquele momento, apesar do choro incontido, ao decidirem conceder entrevista a nosso Blog, mostravam também que estavam muito mais fortes do que pensavam para seguir lutando por justiça.

Ainda surpresas e certas de que não conseguiriam falar mais que duas frases, Gigi e Nayara abriram o coração e, com a voz embargada ou crises de choro, relembraram o pesadelo que enfrentam desde que a Operação Lava Jato passou a perseguir a família.

15 de abril. Logo cedo os noticiários exploravam de forma sensacionalista a prisão preventiva do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Foi um dia terrível, porém não tão humilhante como a manhã de 5 de fevereiro, quando a Polícia Federal invadiu a casa da família depois de arrombar o portão para conduzir coercitivamente Vaccari a depor. “Foi horrível e assustador. Naquele dia, ele não saiu para a caminhada como costumava fazer. Estávamos dormindo e foi um grande susto, pois foi muito truculento”, lembra Gigi.

Nayara, a filha única do casal, estava grávida de oito meses quando seu pai foi preso de forma humilhante e injusta sob os holofotes da mídia. João Mateus, o genro de Vaccari, foi quem preparou o espírito da então futura mamãe. “Ele dizia para mim, com todo o cuidado: você sabe o que de ruim pode acontecer ao seu pai, né? Mas vai ficar tudo bem.”

Os dez primeiros dias após a prisão – praticamente anunciada, prevista e defendida pela mídia nos dias que a antecederam – foram os mais difíceis. De repente, esposa, filha e a cunhada Marice Correa viram seus nomes e imagens sendo explorados de maneira covarde em uma campanha difamatória e brutal.

A base de tudo foram os vazamentos de dados confusos e contraditórios, devidamente explorados pela imprensa que não teve o mínimo pudor ao distorcer cada informação. “Foi bem difícil. Minha mãe ficou muito abalada, principalmente no período em que ficavam comparando a imagem dela com a da minha tia”, conta Nayara.

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A tentativa de destruir a honra da família Vaccari, a forma avassaladora a que a intimidade deles foi exposta por jornais e revistas, continua provocando calafrios na Gigi, que, compreensivelmente, ainda se assusta com a presença de jornalistas.

Passados alguns meses, Gigi e Nayara se esforçam para encontrar formas de conviver com essa nova realidade.

A ideologia mantém meu pai sereno

“Acredito no que fiz, por isso vou até o final”. É com essas palavras que Nayara descreve uma das conversas que teve com o pai. “O que me dá força é essa convicção dele de que fez tudo certo. É isso que faz com que eu o admire ainda mais e aceite melhor tudo o que estamos passando.”

Falar da ideologia do pai é, visivelmente, motivo de orgulho para essa jovem médica ginecologista. No olhar e nos gestos é possível perceber a emoção que toma conta de Nayara quando fala sobre suas conversas com Vaccari.

“Meu pai é muito ideológico. Ele diz que a vida dele não fará mais sentido se sua soltura implicar perder tudo aquilo em que acredita. A ideologia é tudo para o meu pai e é isso que vai fazê-lo aguentar até o final.”

E nem foi preciso perguntar o que seria esse final. Apesar de não militar partidariamente, Nayara tem plena consciência da perseguição política da qual seu pai é vítima e da pressão que ele sofre diariamente. Ela logo emendou: “Existe uma clara pressão para que todos se tornem delatores. Mas tenho certeza de que meu pai jamais faria isso. Primeiro, porque ele me disse que não tem o que falar. Segundo porque querem nomes e ele jamais falaria de pessoas inocentes só para sair da prisão.”

Nesse momento, Gigi, também muito emocionada, concordou com todas as palavras da filha. “João é um homem muito honesto e justo”, completou.

Como não pode conviver com o neto, Vaccari lê livros infantis

“Essa é a forma que ele encontrou para saber lidar com o neto quando voltar para casa”

Quando Gigi e Nayara visitaram Vaccari pela primeira vez no Complexo Médico-Penal, em Curitiba, seu neto já havia nascido. Foi o nascimento de João que o fez começar a ler livros de contos infantis. Isso mesmo, Vaccari, aquele homem apresentado pela mídia como seco e frio, passou a frequentar a biblioteca da prisão para ler livros para crianças – o primeiro, com cerca de 50 páginas, foi “O menino que mudou de bairro”.

A história, explica Nayara, é sobre um menino que sofre preconceito ao mudar de casa e tem dificuldade para se relacionar com as crianças do novo bairro. “Meu pai disse que o conto trazia um debate importante sobre preconceito e por isso escolheu o livro. Só podia ser meu pai mesmo, é a cara dele isso”, disse, entre risos.

O segundo livro infantil foi “O menino do dedo verde”. Até a pedagoga responsável pela prisão estranhou a escolha de um segundo livro infantil. “Ela deve ter ficado confusa. De repente, ele pega dois livros infantis na sequência. Ela perguntou o porquê”, contou Gigi.

– E o que ele respondeu?, pergunta a reportagem.

– Ele disse: “mas o que eu vou conversar com o meu neto quando sair daqui?”

O avô Vaccari certamente está orgulhoso e feliz e demonstra isso do seu jeito. Foi assim quando viu seu neto com calça jeans pela primeira vez. Nayara conta que quando levou João para conhecer o avô, Vaccari não conseguiu expressar a alegria e, emocionado, repetiu diversas vezes a mesma frase: “Esse meu neto parece um homem de calça jeans”.

Quem sabe estava sonhando com o futuro, quando puder passear de mãos dadas com seu neto, livre.

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A desfaçatez da Justiça com Vaccari

Enquanto cunhada de Vaccari foi presa por engano por causa de R$ 2 mil e exposta à mídia sensacionalista, convidada pelas autoridades para cobrir o “evento”, Cunha e esposa gastam milhões das contas escondidas na Suíça e desfilam em carros de luxo

Um pouco de resgate histórico e lucidez revela as incríveis contradições, injustiças e uso político da Operação Lava Jato.

Uma operação que carece de provas, mas não faltam delatores e perseguições seletivas.

E então quando aparecem provas concretas, rastreamento do dinheiro em contas milionárias na Suíça, carros de luxo em nome de site religioso, gastos exorbitantes incompatíveis com o rendimento, aí tudo é convenientemente tratado com uma desfaçatez sem limites.

Tanto estardalhaço nas prisões da Lava Jato e tanta permissividade em relação a tipos como Eduardo Cunha.

É como bem registrou em sua coluna a jornalista Maria Cristina Fernandes: “A permanência por tempo indeterminado do presidente da Câmara dos Deputados no cargo prorroga a chantagem como método e a desfaçatez como rito da política.”

O juiz federal Sergio Moro cometeu a lambança de prender por ENGANO a cunhada de João Vaccari Neto (depois viu que não era ela) porque achou que ela havia depositado R$ 2 mil na conta da irmã. Foi de uma rapidez incrível ao tratá-la como foragida. Na verdade, Marice Correa estava no Panamá a trabalho. E quando voltou se apresentou espontânea e rapidamente, como só os inocentes e honrados fazem neste País. Isso sem falar na “condução coercitiva” desnecessária da esposa de Vaccari.

Esse mesmo juiz prorrogou indevidamente a prisão do ex-tesoureiro do PT ao exigir que ele explicasse como sua esposa movimentou R$ 583 mil em sua conta ao longo dos últimos sete anos. Isso mesmo, SETE ANOS de depósitos picados, o que corresponde a cerca de R$ 6,9 mil por mês! Do marido para a esposa. Nada mais normal.

Enquanto isso, os dados enviados pelo Ministério Público suíço às autoridades brasileiras mostraram que as contas de Eduardo Cunha e família (esposa e filha) na Suíça receberam nos últimos anos depósitos de US$ 4.831.711,44, equivalentes a R$ 20 milhões, segundo a cotação desta quinta-feira (22).

A mulher de Cunha, Claudia Cordeiro Cruz, usou parte do dinheiro para pagar o cartão de crédito no valor simbólico de US$ 841 mil (R$ 3,3 milhões na cotação atual!) entre os anos de 2008 e 2015. Somente entre agosto de 2014 e abril de 2015, as despesas com o cartão somaram US$ 156 mil. Estamos falando de dólares, não esqueçam.

Além disso, segundo as investigações, o dinheiro desviado às contas da família nos bancos suíços pagou um curso de inglês na Malvern College, na Inglaterra, no valor de US$ 8 mil, e a academia de Nick Bollettieri, no total de US$ 59 mil.

É um descaramento sem tamanho. Quando o delator Julio Camargo começou a falar de Cunha, Moro pediu para que ele calasse. É uma esculhambação jurídica inacreditável a qual a dignidade de pessoas honradas – como a família Vaccari – foi submetida injustamente.

A defesa do ex-tesoureiro do PT provou minuciosamente que o valor questionado teve origem no salário recebido por Vaccari e está tudo declarado no imposto de renda.

Vaccari não possui contas secretas no exterior, não tem carro de luxo e muito menos gastos incompatíveis com sua renda familiar. Vaccari é um homem honrado e uma liderança política respeitada. A mulher de Vaccari não reúne grupos de amigos para almoçar em restaurante de luxo alheia as denúncias contra seu marido – no caso, nada menos do que o presidente da Câmara.

Vaccari está sendo perseguido por ter sido tesoureiro do PT e arrecadado recursos oficiais ao partido. Sérgio Moro, que prometeu passar o Brasil a limpo e tem salário de R$ 77 mil – acima do teto permitido -, condenou Vaccari sem provas. Mas não seguiu sequer o rastro do dinheiro de propina que Cunha acumulou. Quem fez isso foi o MP suíço.

E nem mesmo com as provas, Dona Cláudia Cruz sofre um terço do constrangimento, da exposição, da desonra a que a família Vaccari foi e vem sendo exposta. Não estamos falando de vingança, estamos falando de justiça.

Acesse os links e saiba mais:
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Pessoas, histórias e lutas que não ficarão pelo caminho

Sérgio Moro, que prometeu passar Brasil a Limpo, tem salário de R$ 77 mil

Olha só que cara de pau!

O juiz federal Sergio Moro, que mandou prender por engano a cunhada de Vaccari (depois viu que não era ela) porque achou que ela havia depositado R$ 2 mil na conta da irmã, ganha R$ 77 mil por mês!

Ou seja, ele pode ter recebido, de verba pública, mais de R$ 5 milhões em seis anos.

E agora veja que cômico, trágico e estarrecedor…

O juiz federal que comanda a Lava Jato exigiu que Vaccari explicasse como sua esposa movimentou R$ 583 mil – cerca de R$ 6,9 mil por mês – em sua conta ao longo dos últimos sete anos. Isso mesmo, SETE ANOS de depósitos picados de uma aposentada que continua trabalhando como psicóloga autônoma.

Pois bem. A defesa de Vaccari provou minuciosamente, com planilhas, informes de rendimento, informações do banco Itaú e extratos bancários, que o valor questionado teve origem no salário recebido por Vaccari e está tudo declarado em seu imposto de renda. O valor é compatível com a renda que Vaccari obteve no período, conforme já explicamos aqui a origem de sua remuneração – aposentadoria pelo Santander, conselheiro Itaipu, administração da Bancoop e tesoureiro PT.

É surreal assistir a essa esculhambação jurídica da qual Vaccari é vítima.

***

Do PT na Câmara.

Wadih Damous: Sérgio Moro, que prometeu passar Brasil a Limpo, tem salário de R$ 77 mil

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou nesta quinta-feira (20), na tribuna da Câmara, juízes e integrantes do Ministério Público que estão descumprindo o art. 37 da Constituição Federal, recebendo vencimentos acima do teto salarial. “E, para a nossa surpresa, na relação de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público que percebem acima do teto, está o nome do insuspeito juiz Sérgio Moro, esse mesmo, que prometeu limpar o Brasil da corrupção, que prometeu passar o Brasil a limpo”, ironizou.

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, segundo Wadih Damous, tem recebido nos últimos meses acima do teto, que é limitado ao salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 37,4 mil. “O paladino da moral, que promete limpar o País da corrupção, recebe em média R$ 77 mil por mês, quase o dobro do teto. Acredito, então, que a limpeza deveria começar pela remuneração desses juízes e desembargadores que percebem acima do teto constitucional, em manobras que não fazem bem à democracia e à moralidade”, criticou.

O deputado Wadih Damous destacou que as informações que o mundo jurídico já conhecia, sobre o descumprimento do teto salarial na magistratura, foram publicadas na última semana, no site Consultor Jurídico, especializado em questões ligadas ao Direito, ao Judiciário e ao Ministério Público. “A matéria mostra que muitos juízes e desembargadores percebem acima do teto. Na verdade, o texto sintetiza de forma clara que o teto virou piso. Isto graças a expedientes de criação de penduricalhos do tipo auxílio-moradia, auxílio- táxi, auxílio-educação, auxílio isso, auxílio aquilo” enfatizou.

O deputado Damous disse que essa prática é inadmissível. “É um verdadeiro acinte moral essas verbas serem pagas de maneira disfarçada, como se fossem indenizações e, por isso, não estarem sujeitas à parcela única ou ao teto remuneratório”, criticou.

A matéria do site Consultor Jurídico cita que, no caso do Ministério Público Federal, existem procuradores com remunerações de R$ 48 mil. Outros, com atuação em segundo grau, ganham quase R$ 65 mil por mês.

Assista o vídeo do Wadih falando sobre o super salário de Sérgio Moro.

Verdades sobre o ‘caso’ Vaccari que você não viu na mídia

Confira o que a imprensa, de maneira cuidadosa e calculada, escondeu do público

Você já leu, assistiu ou ouviu algum veículo explicar as contradições dos depoimentos dos delatores (réus confessos) sobre Vaccari?

Suposições sem provas ou sequer indícios de responsabilidade. Em resumo, é esse o resultado dos depoimentos de réus confessos que fecharam acordos de delação premiada na Operação Lava Jato em relação ao ‘suposto’ envolvimento de João Vaccari Neto. E foram justamente esses depoimentos inconsistentes que serviram de base para o juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, decretar a prisão do ex-tesoureiro do PT.

Conheça a verdade: Delatores se contradizem sobre Vaccari

Alguém contou a você que as denúncias sobre um tal depósito irregular na conta da filha de Vaccari foi um erro?

Nayara de Lima Vaccari, filha única de João Vaccari Neto, teve sua imagem injustamente atrelada à Operação Lava Jato por causa de um erro do banco Itaú-Unibanco. Entretanto, mesmo assim, os procuradores da Lava Jato vazaram, seletivamente, a informação para a imprensa.

Destacaram em manchetes que a filha de Vaccari havia tido um ‘significativo incremento patrimonial’, mas não deram destaque proporcional às verdadeiras informações. Essa é mais uma suposição comprovadamente infundada com relação ao Vaccari.

Conheça a verdade: MPF confirma erro sobre depósito na conta da filha de Vaccari

Você sabia que a cunhada de Vaccari, Marice Correa de Lima, foi presa por engano?

A versão sustentada pelo Ministério Público era de que Marice era quem aparecia nas imagens das câmeras da agência bancária fazendo supostos depósitos à sua irmã, esposa de Vaccari. Essa foi a justificativa usada por Moro – que inclusive alegou não ter “margem para dúvidas” – para prorrogar a prisão preventiva da cunhada de Vaccari, que ficou detida injustamente por seis dias na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Peritos concluíram, posteriormente, que não era ela nas imagens. Será que Marice conseguirá superar a absurda execração pública a qual sua imagem foi submetida injustamente?

Conheça a verdade: Laudo da Polícia Federal confirma: Marice foi presa por engano

Você viu na imprensa a explicação sobre os depósitos na conta da esposa de Vaccari questionados pelo juiz Sérgio Moro?

A defesa provou minuciosamente, com planilhas, informes de rendimento, informações do banco Itaú e extratos bancários, que o valor questionado teve origem no salário recebido por Vaccari e está tudo declarado em seu imposto de renda. O valor é compatível com a renda que Vaccari obteve no período, conforme origem de sua remuneração: aposentadoria pelo Santander, conselheiro Itaipu, administração da Bancoop e tesoureiro PT.

Conheça a verdade: Defesa explica detalhadamente depósitos na conta da esposa de João Vaccari

Por que doações ao PT são propinas e aos demais partidos ‘contribuição eleitoral’?

Todos os grandes partidos receberam doações de empresas citadas na Lava Jato, inclusive o PSDB. Porém, quando o alvo é o PT, vale tudo: de investigação seletiva à prisão ilegal.

O esforço para criminalizar única e exclusivamente as doações feitas ao Partido dos Trabalhadores é tão grande que os investigadores e a Justiça não se constrangem em ignorar dados públicos que desmontam suas teses.

Conheça a verdade: Por que doações ao PT são propinas e aos demais partidos ‘contribuição eleitoral’?

Por que o tesoureiro do PSDB e dos demais partidos não estão na cadeia?

Pode ser apenas uma incoerência. Pode também ser má-fé, perseguição política. Pode ser qualquer coisa, menos Justiça. A prisão do ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, cujos desdobramentos têm sido marcados por uma espetacularização midiática e uma Justiça de exceção, é absolutamente injusta, sem nenhum fundamento.

Nem o mais renomado jurista consegue explicar porque sua excelência prendeu e mantém preso o ex-tesoureiro do PT que não tem nenhum sinal de enriquecimento ilícito, muito pelo contrário, como afirmou a própria Receita Federal – Vaccari é classe média, nada mais do que isso – e sequer investiga um ex-tesoureiro do PSDB, Márcio Fortes, um dos 8 mil brasileiros que manteve contas secretas no HSBC, de acordo com o caso Swissleaks.

Conheça a verdade: Por que o tesoureiro do PSDB e dos demais partidos não estão na cadeia?

Acesse aqui o dossiê com um resumo da defesa apresentada por Vaccari e seus familiares sobre cada uma das nove acusações feitas pelo Ministério Público.

Laudo da Polícia Federal confirma: Marice foi presa por engano

E agora, Moro? Mais uma vez a verdade dos fatos coloca em xeque o prolongamento injusto da prisão de João Vaccari

Mais uma acusação infundada e mais um espetáculo midiático que se esvai. Peritos da Polícia Federal concluíram que não é a cunhada de João Vaccari Neto, Marice, quem aparece em vídeos fazendo depósitos à esposa do ex-tesoureiro do PT, mas a própria Giselda. O laudo, assinado pelo grupo de perícias em equipamentos audiovisuais da PF em Curitiba, foi encaminhado à força-tarefa da Operação Lava Jato. A informação foi divulgada nesta quarta-feira 27, pela colunista Vera Magalhães, no painel da Folha.

A versão sustentada pelo Ministério Público era de que Marice era quem aparecia nas imagens das câmeras da agência bancária fazendo supostos depósitos à sua irmã. Essa foi a justificativa usada pelo juiz Sérgio Moro – que inclusive alegou não ter “margem para dúvidas” – para prorrogar a prisão preventiva da cunhada de Vaccari, que ficou detida injustamente por seis dias na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Ela foi solta depois de sua defesa levantar dúvida sobre as imagens e sua irmã, Giselda, fazer uma declaração registrada em cartório afirmando ser ela nas imagens do banco.

Quando as imagens mentem... E agora, Moro? (Foto: Arquivo Brasil 247)

Quando as imagens mentem… E agora, Moro? (Foto: Arquivo Brasil 247)

Como bem sintetizou o jornalista Paulo Moreira Leite: “um trabalho típico de quem é capaz de classificar uma senhora como perigo para a “ordem pública e econômica”, mas não é capaz de distingui-la da irmã”.

E agora, Moro? Será que Marice conseguirá superar a absurda execração pública a qual sua imagem foi submetida injustamente? Será que é possível reverter a exposição midiática que destrói uma honra, abala a dignidade de uma pessoa, e tudo isso com o aval da Justiça? Moro deve muito mais do que desculpas à Marice. Além disso, essa é mais uma tentativa furada de acusar Vaccari sem provas. Liberdade ao João Vaccari, já!